quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

G2 de Marketing 1- Resumo - 1º parte

Como de Costume, ta ai a 1º parte do resumo da G2 de Marketing 1.

Variáveis Mercadológicas

As variáveis mercadológicas são, na verdade, o ambiente de Marketing. Assim, dois aspectos característicos das variáreis mercadológicas, são os fatores controláveis e incontroláveis.

Controláveis

São os fatores internos da empresa. Dentre eles estão os recursos de marketing, que são:
- Os produtos;
- Os preços;
- As promoções;
- A distribuição.

Também há os recursos da empresa, que são:
- As finanças;
- O pessoal;
- A imagem pública;
- As patentes (tecnologia);
- A produção;
- O local (recurso de mkt violentíssimo).

Incontroláveis

São os fatores externos da empresa. Eles interferem e inferem no processo mercadológico, tanto positivamente, quanto negativamente. Dentre eles estão:
- A economia/demanda – A empresa participa do PIB, mas tem que se adaptar à economia do país existente, que é o caso do Celta no Brasil. (Se a expansão da economia do país é positiva influencia. Se ta em crise, também influencia). A economia determina o plano de marketing;
- Político/legal – O governo restringe e favorece alguns processos. A lei vem sempre depois da prática social. “O que incomoda a sociedade a gente restringe, o que facilita a sociedade a gente favorece.”Ex: restringe a gasolina e favorece o álcool. (O exemplo que o professor deu da carne, também);
- Social/ético;
- Estrutura de distribuição;
- Tecnologia;
- Competição

Análise Swot

Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. É a análise de cenário de fatores controláveis e incontroláveis.

Fatores Internos
Pontos Fortes - Vantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes.
Pontos Fracos - Desvantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes.

O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.

Fatores externos
Oportunidades - Aspectos positivos da envolvente com potencial de fazer crescer a vantagem competitiva da empresa.
Ameaças - Aspectos negativos da envolvente com potencial de comprometer a vantagem competitiva da empresa.

Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças. Evitar ameaças nem sempre é possível, no entanto pode-se fazer um planejamento para enfrentá-las, minimizando seus efeitos.

O comportamento do consumidor e do comprador

- Grau de utilidade de bens e serviços – é a expectativa do consumidor, como a demanda ver o bem. Refere-se a expectativa da demanda em ralação ao bem. Não é o produto que tem grau de utilidade, mas sim a demanda. Por exemplo, não se precisa de casaco no nordeste, já na Suécia é necessidade.

- Tratamento mercadológico de bens e serviços

Bens essenciais: é aquele que é imprescindível para a sobrevivência. Para determinados mercados o bem pode ser essencial ou não.
Bens necessários: Possuem utilidade específica. Ex: escova de dente, copo, prato, martelo.
Bens convenientes: Visa facilitar, tornar mais agradável. São bens que me promovem alternativas. Ex: Batedeira de bolo, eu posso fazer bolo com a batedeira, que irá me facilitar, ou com a colher.
Bens supérfluos: Atende as necessidades psicológicas e de status. Ex: ar condicionado, celular.

- Idéias de venda

Distribuição – não é preciso de mídia, não precisa convencer. É ponto de venda. A preocupação tem que ser em distribuir, em repor.
Adequação – adequar ao fim que se destina. Adequá-lo à expectativa da demanda.
Motivação – tem que motivar, convencer usando mídias, por experimentações. Tem que dar motivação pra vender. Propagandas, publicidade. Estimular o prazer.
Simbolização – se eu quero vender o supérfluo, eu tenho que simbolizar.

- Idéias de comunicação

Informação – Mostrar que tem informar. O produto, a própria embalagem comunica. Só informar!
Diferenciação – Criar a diferenciação simbólica!
Oportunização – Não perder a oportunidade. Parcelamento, financiamento, promoções.
Sofisticação - “Vou vender Armani na Uruguaiana? Não! Vendo no shopping.”

Formas de aquisição e a classificação varejista de mercadorias

É a capacidade técnica, fruto de experiências!

- Por impulso – o produto precisa ser de tamanho pequeno, baixo preço, estar embalado, ter utilidade específica. Não pode trazer arrependimento na aquisição, tem que estar à mão do consumidor e estar em local de trafego.
- Por rotina – há somente uma reflexão sobre o produto, logo depois torna-se hábito. Para quebrar o hábito, somente experiências negativas contínuas.
- Por deliberação: investimento doméstico e especificação – há o planejamento, porém, há chance de mudança, assim como o investimento doméstico. Já por especificação, não há chance de mudança.

A espiral de Otto Klepper

É o processo de aprendizado do consumidor para o produto novo.
- Introdução e Catequese – é a primeira fase da espiral. Os consumidores conhecem pouco o produto, o volume de conhecimento é muito pequeno. A publicidade tem o papel de explicar, educar e ensinar sobre o produto. Os custos são muito altos, você precisa de tempo pra explicar, espaço para mostrar. É muito caro educar a sociedade!

- Concorrência – é a segunda fase da espiral. O outro começa a dar certo, cria-se a concorrência. Daí o aumenta a comunicação com o mercado. A comunicação deixa de ser explicativa e passa a ser diferenciadora. DIFERENCIAÇÃO SIMBÓLICA! Gera também um maior conhecimento do produto para o consumidor. A exposição da mídia é muito maior.

- Retentiva ou recordatória – é a terceira fase da espiral. A sociedade já sabe o que pode esperar quanto ao produto. É a fase sustentadora. Chama atenção, lembra a existência! Despencam os custos!

Visão Geral de planejamento

Nas empresas os gerentes estão tão ocupados que, frequentemente, não têm tempo para planejar. Algumas empresas conseguem ser bem sucedidas sem um plano, o que demonstra que planejamento formal pode não ser tão importante. Ainda há a argumentação de que as mudanças do mercado acontecem de maneira tão rápida que o plano não atingiria seu propósito.
Entretanto, um planejamento formal pode proporcionar muitos benefícios:

- encoraja a empresa a pensar sistematicamente no futuro (o que será de mim daqui há 30 anos?) e a melhorar as interações entre os executivos da empresa (para planejar é preciso reunir os executivos da empresa);
- obriga a empresa a definir melhor seus objetivos e políticas;
- proporciona uma melhor coordenação dos esforços da empresa e padrões de desempenho mais fáceis de controlar.

Um bom planejamento ajuda a empresa a antecipar e responder com rapidez a mudanças ambientais e a se preparar para alterações súbitas (Se estou planejado, o contexto estará todo controlado! Não se pensa nos efeitos e sim nas causas!).

O objetivo do planejamento é minimizar o máximo de riscos! Diminuir a probabilidade do evento não acontecer.


Enfoques de planejamento

Para você enfocar no planejamento de uma empresa você pode começar:

De cima para baixo: A empresa define. As decisões são do dono para a empresa. (“o que é bom para a Europa é bom para o mundo” -> errado! Não é necessariamente assim.

De baixo para cima: “Pensar globalmente e agir localmente”.

Metas debaixo, planos de cima: Adequar às características locais.


Tipos de plano

1) Anual – Operacional:
- descreve a situação atual do mercado (como devemos agir diante a situação?);
- os objetivos da empresa
- a estratégia de marketing para aquele ano
- orçamentos (não pode afetar o orçamento) e controles (analisa-se os problemas operacionais)

2) A longo prazo (plano estratégico): descreve os principais fatores e forças que venham a afetar a organização durante os próximos anos (o que acontecerá daqui há 10 anos?).

Planejamento estratégico

É a base do planejamento da empresa. É o processo de desenvolver e manter um ajuste estratégico entre os objetivos e potencialidades da empresa, e as mudanças de suas oportunidades de mercado

Conta com:

No nível da empresa:
- o desenvolvimento de uma missão clara para a empresa;
- definição dos objetivos e metas da empresa;
- planejamento do portfólio de negócios (preciso ter produtos para trocar).

No nível da unidade de negócios do produto e do mercado:
- planejamento das estratégias de marketing e outras estratégias funcionais.

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